A língua portuguesa nos currículos de final de século * Concepção de Língua e Gramatica
Entre os pontos abordados nesse tópico vemos que o currículo é estruturado de maneira que não atendem igualmente os âmbitos da gramática e da língua quase sempre são realizadas propostas que tendem a seder pelo o uso da gramatica tradicional, sem considerar a língua propriamente dita (Retornando ao assunto da importância que a gramatica conquistou durante toda historia da Língua Portuguesa).
Apesar das propostas dos organizadores dos currículos que utilizam de uma proposta curricular baseada em concepções que apresentam uma visão sócio-histórica da linguagem, vemos ainda uma pratica tradicional das organizações dos conteúdos. Mesmo diante desse dilema, percebe-se avanços no processo de ensino-aprendizagem que rompem um pouco a prática tradicional dando importância para a leitura e a produção de texto e não mais a repetição de conteúdos gramaticais.
Considerando o ensino da língua gramática é importante se pensar em um currículo que não faça o uso da gramática como um conjunto de normas; nem fazer comparações entre língua materna e norma culta; nem fazer uma pratica separada desses termos. O uso da gramática vem assumir um papel de auxiliador no desenvolvimento da linguagem materna, como já foi estudado.
* A escrita na escola: ler e escrever pra que?
Durante toda historia da disciplina de língua portuguesa o uso da norma culta sempre esteve presente, nesse sentido a autora traz definição da proposta curricular para o ensino de língua portuguesa que e levar o aluno a dominar a norma padrão, principalmente em sua modalidade escrita.
A escola diante das propostas curriculares vem a ser orientadora do processo de assimilação da norma culta, considerando a linguagem que o aluno ja adquiriu. Muitas vezes é através dela que o aluno vai assumir o gosto por ler e escrever, podendo também ter uma visão critica de mundo.
Os trabalhos realizados em sala de aula devem promover a relação direta entre os alunos e a linguagem de diferentes textos, com o objetivo de possibilitar uma aprendizagem prazerosa. *Variação linguística e relação língua oral/língua escrita Considerar as variações linguísticas devem fazer parte do ensino da língua portuguesa, pois essa é uma característica básica da fala (aprendizado) dendo cada estado seus aspectos peculiares. Ao trabalhar em sala o professor deve articular as atividades de modo a levar seus alunos a refletir sobre o assunto. * A avaliação: Um final lacônico Pensando no conceito de avaliação nos currículos a autora percebe que esse não faz uma abordagem direta e específica sobre esse tema, também não sugere um modelo a ser seguido. Nos currículos analisados por ela ambos apresentam da forma já citada.
segunda-feira, 11 de março de 2013
A Língua Portuguesa nos Currículos de Final do Século
Marildes Marinho A língua portuguesa nos currículos de final de século
O texto de Marinho traz a proposta de repensar o trabalho de Língua Portuguesa a partir do currículo considerando eixos para esse estudo. Entre os objetivos estar avaliar a construção do currículo para essa disciplina.* Condições de leitura de um texto curricular: Uma perspectiva de analise.
Aqui a autora busca identificar as condições que levam a produzir uma proposta curricular. Partindo para uma analise dos fatores internos e externos que constitui esse processo e pensando na forma que se e escrito esse tipo de documento.
* Resumindo uma Longa Historia das disciplina de Língua Portuguesa.
A autora faz um trajeto sobre a historia da disciplina trazendo questões sobre o livro didático o perfil do professor e do aluno em diferentes épocas Em relação ao livro didático e relembrado que durante muito tempo foi utilizado como guia das atividades pedagógicas do professor de Português.
Outro ponto importante e a definição dos conteúdos dessa disciplina, tendo a disputa entre os assuntos de linguagem oral e escrita. Nesse processo percebe-se que a gramatica ganhou um grande espaço historicamente, mesmo apos da lei 5692/71 ela não perdeu se posto como conteúdo básico da disciplina de Língua Portuguesa.
A busca por um currículo contemporâneo surge ainda na década de 70, com o Construtivismo e outras teorias. Pensando na construção do currículo percebe-se que não são feitas referencias quanto aos seus organizadores e os conteúdos a serem focalizados dependem de um longo estudo.
* Da forma de organização às estratégias de leitura. Ao avaliar os currículos de diferentes estados a autora percebeu que a organização desses levam propostas diferenciadas da forma que é sugeridas as suas leituras, principalmente em relação a organização do índice. Tal proposta é utilizada para enfatizar determinados assuntos que cada estado ou região considera importante. Entre as observações feitas é considerado os pressupostos teóricos de cada documento, verificando os tipos de leituras sugeridas por cada um, destaca-se como característica comum as pequenas quantidades de página e a pouca abordagem dos conteúdos básicos para cada disciplina.
domingo, 10 de março de 2013
Sequência didática. Tema: Sustentabilidade.
Formação do grupo: Lorena Rodrigues, Marina Briata, Maria Alice Bral, Stefany Matos, Samantha Carvalho e Patrícia Pinho.
Disciplina: Língua Portuguesa.
Tema central: Sustentabilidade e Meio Ambiente.
Objetivo Geral: Desenvolver o conceito e os benefícios do tema central com os alunos, para que assim possam colaborar para um mundo mais sustentável, pois ações feitas hoje podem ter conseqüências futuras.
¢ Turma: 3º ano.
¢ Faixa etária: 07 aos 09 anos.
Primeiro dia:
Tema da aula: O que é Sustentabilidade?
Tema transversal: Português e ciências.
Gênero: Artigo de opinião.
Eixo: Práticas de reflexão sobre o uso da língua, oralidade e práticas de leitura.
Objetivo da aula
Primeiro dia:
Tema da aula: O que é Sustentabilidade?
Tema transversal: Português e ciências.
Gênero: Artigo de opinião.
Eixo: Práticas de reflexão sobre o uso da língua, oralidade e práticas de leitura.
Objetivo da aula
Procedimento metodológico:
Avaliação:Observação de como o aluno desenvolveu as atividades em sala, como a leitura do texto e a produção de texto.
Segundo dia:
Tema da aula: O caminho do lixo.
Tema transversal: Natureza e Sociedade.
Gênero: Redação.
Eixo: Práticas de produção textual; Oralidade.
Objetivo da aula:
Procedimento metodológico:
Avaliação:
Participação do aluno na roda de conversa; a compreensão do processo da coleta do lixo escolar; os questionamentos que foram realizados.
Terceiro dia:
Tema da aula: Reaproveitando os alimentos.
Tema transversal: Português, Ciências e Matemática.
Gênero: Receita.
Eixo: Oralidade, práticas de reflexão sobre o uso da escrita e práticas de leitura.
Objetivo da aula:
Procedimento metodológico:
Avaliação:Observação no entendimento do aluno a esse gênero textual,percepção de estrutura,cronologia da receita e a questão da quantidade.
Material utilizado:
Receita
Bolo de casca de banana
Ingredientes:
Massa:
4 unidades de casca de banana
2 unidades ovo
2 xícaras (chá) de leite
2 colheres (sopa) de margarina
3 xícaras (chá) de açúcar
3 xícaras (chá) de farinha de rosca
1 colher (sopa) de fermento em pó
Cobertura:
½ xícara (chá) de açúcar
1½ xícara (chá) de água
4 unidades de banana
½ unidade de limão
Modo de preparo:
Lave as bananas e descasque. Separe as cascas para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Por ultimo, misture delicadamente às claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e enfarinhada. Leve ao forno medo preaquecido por aproximadamente 40 minutos. Para a cobertura, queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.
Quarto dia:
Tema da aula: Cuidando da natureza.
Tema transversal: Português e Ciências.
Gênero: Poético.
Eixo: Produção Textual
Objetivo da aula:
Procedimento metodológico:
Avaliação: Observar se houve um entendimento da estrutura do poema, se a coletividade foi bem trabalhada e se houve uma compreensão do tema abordado.
Poema a ser trabalhado:
Cuidando da natureza
(Leila Maria Grillo)
Vamos cuidar
Da mãe Natureza
Preservando a vida
Do nosso Planeta.
Não desperdicem água
Para não faltar
Separe todo lixo
Para reciclar.
Não destruam as matas
Árvores e flores
Que enfeitam o mundo
Com as suas cores.
Não poluam o ar
Isso não é legal
Na certa vai causar
O aquecimento global.
Vamos trabalhar
Nessa tarefa urgente
Para preservar
O nosso meio ambiente.
Quinto dia:
Objetivo da aula:
Quinto dia:
Objetivo da aula:
Procedimento metodológico:
2º Momento: Pedir que eles façam grupos e cada grupo escreva um bilhete onde falarão o que esperam que tenha melhorado no meio em que vivem, para que as gerações futuras usufruam de um Mundo melhor. Ao fim da escrita, um representante de cada grupo lerá o bilhete feito por eles.
3º Momento: Confecção de cartazes que ilustrem o que foi absorvido na Semana da Sustentabilidade. Cartazes estes que servirão de "ornamentação" para a escola a fim de orientar e informar sobre os temas tratados.
4º Momento: Criação de objetos com sucatas "pet". Dentre eles estão o bilboquê, megafone, flor e até mesmo um potinho "porta-treco".
Avaliação:Observar a capacidade de entendimento do tema tratado, escrita, oralidade, criatividade, coordenação psicomotora e a coletiva.
Análise do Livro didático - Projeto Buriti 3°ano
Para a análise do livro, decidimos absorva-lo a partir
dos eixos descritos pelo PCN de Língua Portuguesa.
Produzimos um slide para a apresentação
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Gênero Textual e Tipologia Textual
Sílvio Ribeiro da Silva
O autor aborda, logo no início do texto a importância de saber diferenciar gêneros textuais de tipologias textuais. Para ele, todas as atividades de língua portuguesa tem que visar o desenvolvimento do aluno diante do que este já adquiriu em convívio com a família. A discussão aqui é como se deve trabalhar em sala de aula a língua portuguesa, pois isso é apresentado, neste duas visões sobre a realização desses trabalhos em sala, de um lado Luíz Antônio Marcushi que defende o trabalho com texto baseado nos gêneros textuais;de outro tem Luíz Carlos Travaglia defende o trabalho com a tipologia textual. Para Marcushi:
* Tipologia Textual é usado para designar uma espécie de sequência teoricamente definida pela natureza linguística de sua composição
* Gênero Textual é definido pelo autor como uma noção vaga para os textos materializados encontrados no dia a dia e que apresentam características sócio-comunicativas definidas pelos conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica.
Para Travaglia:
* Tipologia Textual é como aquilo que pode instaurar um modo de interação, uma maneira de interlocução, segundo perspectivas que podem variar.
* Gênero Textual se caracteriza por exercer uma função social específica, sendo usado em determinados momentos da interação. Finalizando o autor aponta, entre outras questões, que o professor ao selecionar um texto a ser trabalhando nem sempre leva em consideração essa discussão, principalmente por que não se há textos expecíficos para trabalhar ambos assuntos.
A atividade com a língua, assim, favoreceria o exercício da interação humana, da participação social dentro de uma sociedade letrada.
Tipo textual é a forma como um texto se apresenta. As únicas tipologias existentes são: narração, descrição, dissertação ou exposição, informação e injunção. Não há outros tipos de texto senão os citados acima. Ao contrário do que se imagina, existem apenas 5 tipos textuais. Diálogo, relato, entrevista, explicação, entre outros, são gêneros textuais.
Poesia e Prosa são formas literárias ou formas textuais.
Oficinas de incentivo à leitura
Como o assunto é a aprendizagem da leitura e da escrita nos primeiros anos do ensino fundamental, trago nesse artigo um vídeo da revista Nova Escola mostrando um projeto realizado pela
Fundação Victor Civita e pela Energias do Brasil.
O interessante deste vídeo é a relação do projeto com a comunidade afim de promover a construção da aprendizagem de forma coletiva. O contexto aqui é a base de tudo, criando assim um ambiente favorável e acessivo ao desenvolvimento de todos.
Vale a pena conferir:.http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/incentivo-leitura-431373.shtml
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental.
Patrícia Corsino
Aprender é reconhecer as diversas interpretações de mundo. É refletir as diversas
formas de conhecimento
A principal abordagem do texto é as diferentes áreas do conhecimento, destacando o relato de uma professora que usou de uma ação de um dos seus alunos para criar um projeto de ciências. Nesse relato, a autora aponta para a importância de ouvir os alunos e a flexibilidade do planejamento da aula.
Para uma aprendizagem significativa é necessário tempo para realizar as atividades, considerando as habilidades e conhecimentos prévios desses alunos. O importante é quebrar a barreira entre o professor "dono do saber" e o aluno "nada sabe".
O currículo flexível, abordado no texto, favorece a aprendizagem e nós como professores temos que está preparados para o imprevisível, pois talvez seja a oportunidade de trabalhar novos temas dentro das disciplinas que estão sendo estudadas.
A aprendizagem tem que se construída em sala, o professor é o mediador desse processo e deve acompanhar o desenvolvimentos de seus alunos, de modo que seja útil a sua vida social.
Alfabetização e letramento
O ensino e a aprendizagem da linguagem escrita em classe do primeiro ano do ensino fundamental
Sara Mourão Monteiro e Mônica Correia Baptista
Ainda refletindo sobre o tema alfabetização e letramento damos continuidade a essa temática com o tema acima apresentado. Em seguida veremos um slide sobre as ideias e as concepções apresentadas no texto.
Trabalho realizado por Stefany Silva Matos e Isabella Monteiro.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Prospostas Didáticas para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental
MACIEL, Débora Amorim Gomes da Costa
.O texto faz uma analise as estratégicas didáticas adotadas pelos livros para tratar as relações fala-escrita, considerando a escassez de pesquisa que investigam tal eixo de análise direcionado para as séries iniciais. Neste texto são apresentados logo no início os materiais usados para crias as propostas didáticas, desde sua organização à pesquisa.
Para a realização desta, a autora usou de duas coleções Português para a Proposta para o Letramento (C1) e Vitória- Régia- Língua Portuguesa(C2), com o objetivo de evidenciar a necessidade de se trabalhar a dimensão textual. Ambas as coleções foram indicadas pelo Programa Nacional do Livro Didático, estes por sua vez apresentavam objetos de estudos diferentes; o C1 apresentava relação fala-escrita na dimensão do contínuo tipológico dos gêneros textuais,e a C2 faz uma reflexão da língua falada do ponto de vista do que se espera de uma escrita padrão.
No entender de Maciel, as crianças mesmo nos anos iniciais realizam reflexões da língua e as suas diferenças, mesmo assim há ainda dificuldade na fala dessas nos primeiros anos, que a escola deve está atenta, pois se percebido logo mais rápido será solucionado.Ainda nesse contexto, as escolas devem sempre promover atividades diferenciadas para auxiliar no desenvolvimento e nas dificuldades de seus alunos.
TAELP2
Dando continuidade a disciplina de Tendências Atuais do Ensino de Língua Portuguesa, estaremos entrando na segunda etapa para aprimorar nossos conhecimentos sobre esta. Acompanhe comigo e com a minha turma nossas atividades!
Relembrando um pouquinho:
Para quem não me conhece meu nome é Stefany, tenho 20 anos e sou estudante do 6º período de Pedagogia. Como estamos estudando um pouco do universo de aprendizagem de leitura e de escrita das crianças, quero deixar um pouco da minha vivência quanto criança e como foi o meu processo de desenvolvimento.
Aprendi a ler e a escrever muito cedo, não cursei a educação infantil, na época eu deveria ter entre 4 a 5 anos e minha mãe era estudante do curso de formação de professores, então de certa forma isso influenciou na minha aprendizagem precoce. Meus pais dizem que desde pequena tinha o hábito de contar história, tanto para eles quanto para meu irmão e meus primos, o que fez com que desenvolvesse o gosto por ler.
Entrei na escola no atual primeiro ano (que era o C.A na época) com 5 anos, desde já os professores perceberam a minha facilidade de aprender e me motivavam a continuar. Com mais ou menos 7 anos escrevi um pequeno conto, minha letra era horrível, mas mesmo com isso e os erros básicos de ortografia meus pais achavam que eram ótimo.
Lembro-me de sempre que ia viajar ficava lendo as placas que estavam na estrada, até hoje tenho esse hábito. Lembro também do primeiro livro que eu li aos 6 anos, se chamava Angelica que contava a história de animais que eram diferentes mas eram amigos. Depois disso acho que li muitos livros e até hoje gosto de ler notícias, livros, etc.
Como deu pra perceber, meu gosto por escrever e ler foi estimulado desde cedo e isso auxiliou bastante nas minhas habilidades atuais!
domingo, 7 de outubro de 2012
Última Postagem da Disciplina
Enfim chegamos ao final do período, e mesmo com toda as dificuldades de um curso, concluímos com exito todas as atividades propostas.
A proposta de portfólio eletrônico de inicio parecia um desafio, mas durante todas as atividades percebi como é fácil e divertido guardar nossas experiências de modo que todos possam ter acesso. Gostei de todo o decorre da disciplina e dos conhecimentos adquiridos por meio desta.
Lembremos que o ensino da leitura e da escrita é muito importante, e espero que minhas postagens possam ter ampliado sua visão de ensino.
Venho por fim me despedir, sentindo um gostinho de quero mais... Então até a próxima!
A proposta de portfólio eletrônico de inicio parecia um desafio, mas durante todas as atividades percebi como é fácil e divertido guardar nossas experiências de modo que todos possam ter acesso. Gostei de todo o decorre da disciplina e dos conhecimentos adquiridos por meio desta.
Lembremos que o ensino da leitura e da escrita é muito importante, e espero que minhas postagens possam ter ampliado sua visão de ensino.
Venho por fim me despedir, sentindo um gostinho de quero mais... Então até a próxima!
O uso de novas tecnologias para a melhoria da leitura e escrita.
Grupo 4
Para finalizar a nossa série de seminários apresentado nesta disciplina, chegamos ao último grupo, cujo o tema aborda o uso das tecnologias no ensino da leitura e da escrita.
Passando pelos vários contextos do mundo globalizado vemos que as crianças atualmente tem grande facilidade de desenvolver atividades ou simplesmente executa as várias tecnologias. Então o objetivo principal não é somente inserir as tecnologias (aqui no caso o computador) em sala de aula, mas sim sabe usá-las afim de auxiliar na aprendizagem, usando das diversas ferramentas da internet para ampliar os conhecimentos dos alunos.
O grupo abordou o uso da internet de maneira ponderada pelas escolas particulares, que fazem uso de bloqueio de algumas páginas para que seus alunos não tenham acesso a informações inapropriadas para a idade.
Enfim, as escolas e os professores devem está abertos as mudanças do mundo globalizado afim de acompanhar e auxiliar o desenvolvimento dos alunos.
Para finalizar a nossa série de seminários apresentado nesta disciplina, chegamos ao último grupo, cujo o tema aborda o uso das tecnologias no ensino da leitura e da escrita.
Passando pelos vários contextos do mundo globalizado vemos que as crianças atualmente tem grande facilidade de desenvolver atividades ou simplesmente executa as várias tecnologias. Então o objetivo principal não é somente inserir as tecnologias (aqui no caso o computador) em sala de aula, mas sim sabe usá-las afim de auxiliar na aprendizagem, usando das diversas ferramentas da internet para ampliar os conhecimentos dos alunos.
O grupo abordou o uso da internet de maneira ponderada pelas escolas particulares, que fazem uso de bloqueio de algumas páginas para que seus alunos não tenham acesso a informações inapropriadas para a idade.
Enfim, as escolas e os professores devem está abertos as mudanças do mundo globalizado afim de acompanhar e auxiliar o desenvolvimento dos alunos.
domingo, 30 de setembro de 2012
Mídia Escrita e Letramento: Jornais e Revistas na sala de aula
Grupo 3
Em nossa última aula, tivemos as apresentações dos grupos 3 e 4, finalizando nosso programa de seminários. O grupo 3, cujo o tema é o título desta postagem, venho apresentar como utilizar de jornais e revistas na escola como forma de ensino-aprendizagem.
Passando por várias dimensões da aprendizagem escolar, o grupo enfatizou o perfil docente em sua prática sendo: facilitador, integrador e mediador, discutindo todos de forma clara.
A visão apresentada pelo autor e pelo grupo é de uma aprendizagem de leitura e de escrita dentro de um contexto, pois se um aluno tem leitura de mundo será mais fácil de entender e assimilar as palavras dentro de uma frase ou um texto.
Em nossa última aula, tivemos as apresentações dos grupos 3 e 4, finalizando nosso programa de seminários. O grupo 3, cujo o tema é o título desta postagem, venho apresentar como utilizar de jornais e revistas na escola como forma de ensino-aprendizagem.
Passando por várias dimensões da aprendizagem escolar, o grupo enfatizou o perfil docente em sua prática sendo: facilitador, integrador e mediador, discutindo todos de forma clara.
A visão apresentada pelo autor e pelo grupo é de uma aprendizagem de leitura e de escrita dentro de um contexto, pois se um aluno tem leitura de mundo será mais fácil de entender e assimilar as palavras dentro de uma frase ou um texto.
sábado, 9 de junho de 2012
Das aprendizagens e das metodologias de ensino...Dilemas da gestão escolar.(Amélia Escotto do Amaral Ribeiro)
Grupo 2
A
dimensão significativa da aprendizagem
Coll aponta 3 aspectos com vista a explicitação
conceitual:
a -Aprendizagem
escolar e a construção do significado- o aluno aprende um conteúdo quando é
capaz de atribuir-lhe significado.
b -Significado
e sentido na aprendizagem escolar- as percepções dos alunos não coincidem
necessariamente com a dos professores.
Há todo um conjunto de fatores que desempenham importante papel na
mobilização de conhecimentos prévios. A motivação do aluno resulta de uma série
de processos, sem ter uma explicação satisfatória.
c -Ensinar,
aprender, construir e compartilhar- o significado que o aluno constrói resultam
dele próprio, dos conteúdos de aprendizagem e do professor. O professor é
importante como orientador da ação didático-pedagógico de acordo com o projeto
administrativo-pedagógico da escola.
No contexto de qualidade/quantidade alguns pontos
merecem destaque:
· *A
finalidade educativa pretendida com a
realização de tarefas- uma tarefa desarticulada do contexto desencadeador
de processos mentais está fadada ao fracasso, pois se constituem para o aluno
como “ações” fragmentadas.
· * O
tempo das atividades/tarefas- delimitar o tempo das
atividades é essencial a um planejamento cuja a intenção seja a construção do
conhecimento.
· *Estratégias
de planejamento, proposição e organização das tarefas-
é função do professor, oferecer, paulatinamente aos alunos os esquemas de
assimilação necessários à realização da tarefa. Os materiais didáticos por si
só não orientam a realização da tarefa.
Interação, alfabetização e letramento: uma proposta de/para alafabtizaçãot, letrando. (Sérgio Roberto Costa)
Grupo 1
O texto aborda a relação entre letramento e alfabetização, passando por vários momentos na educação brasileira, questionando e relacionado as diversas formas de ensino da leitura e da escrita. Enfatiza também a importância do incentivo a leitura, em diferentes momentos, desde casa.
Na apresentação do grupo foi colocado em questão a taxa de analfabetismo no Brasil, que é foco nas escolas de alfabetização. O grupo comentou que a maior preocupação atual é diminuir o analfabetismo no país, não se preocupando no entanto no resultado da aprendizagem da leitura e da escrita.
O grupo apresentou de forma clara o texto, sitando exemplos do cotidiano escolar.
O texto aborda a relação entre letramento e alfabetização, passando por vários momentos na educação brasileira, questionando e relacionado as diversas formas de ensino da leitura e da escrita. Enfatiza também a importância do incentivo a leitura, em diferentes momentos, desde casa.
Na apresentação do grupo foi colocado em questão a taxa de analfabetismo no Brasil, que é foco nas escolas de alfabetização. O grupo comentou que a maior preocupação atual é diminuir o analfabetismo no país, não se preocupando no entanto no resultado da aprendizagem da leitura e da escrita.
O grupo apresentou de forma clara o texto, sitando exemplos do cotidiano escolar.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Alfabetização X Letramento
Há sempre uma dificuldade em definir os termos LETRAMENTO e ALFABETIZAÇÃO, seja nas classes de formação de professores, nos cursos de pedagogia ou até mesmo em pequenos debates no dia-dia de um professor. A ideia aqui é identificar os termo citado e entender se são completamente distintos ou se há uma conexão no seu desenvolver.
*O que seria LETRAMENTO?
É a utilização da fala no processo de aprendizagem da leitura escrita,sendo um processo que depende de estímulos e dá vivência com materiais escritos. Quase sempre se dá pela mediação de um adulto, seja ele pais ou professores, que vão apresentar as palavras escritas através de livros, pequenos textos, etc.
*E o que seria ALFABETIZAÇÃO?
É a descoberta do código escrito, cada letra, sílaba, palavra, até chegar ao texto. Durante muito tempo era desenvolvido através da memorização e da repetição acreditando que isso facilitasse a aprendizagem do aluno, que muitas vezes não entendiam os significado.
Hoje em dia muitos profissionais acreditam em desenvolver um trabalho pautado nos dois âmbitos, no primeiro momento o letramento, até a alfabetização. Enfim os contextos não são totalmente distintos, podendo ser unidos a fim de um único objetivo... a aprendizagem.
Evento na FEBF com a E.M Barro Branco
A FEBF realizou nos dias 11,12 e 13 de abril o IX ciclo de debates, tendo como o tema desse ano a Formação de comunidades leitoras na periferia, em parceria com a Escola Municipal Barro Branco. Objetivo deste trabalho é desenvolver ações de incentivo a leitura dentro da comunidade que a escola se insere.
A reflexão sobre as políticas públicas de incentivo a leitura deu base ao projeto, que além de realizar um trabalho com os alunos da escola, envolve toda a comunidade escolar. Alguns exemplos desse projeto foram levados a FEBF afim de representar o ocorrido no processo.
Como infelizmente não participei da palestra, indico mais informações no blogs de colegas que participaram e ilustraram algumas situações do evento. Fica a dica! Visite:
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Leitura desde o berçário
Nesse vídeo Rosângela Maria de Oliveira, da IMI, em São José dos Campos, conta como incentivar a leitura nas creches desde o berçário. Dá dicas também para os pais fazerem o incetivo em casa também.
Essa entrevista da Nova Escola é bem esclarecedora, pois há muitas duvidas em como incentivar a leitura, e aqui a coordenadora pedagógica dá algumas opiniões sobre o assunto.
Em contexto com as ultimas postagens, o incentivo a leitura pode e deve ser feito desde cedo.
Como os pais podem incentivar a leitura?
A leitura pode ser incentivada pela família a todo momento, podendo ser utilizadas situações simples para auxiliar no interesse por um texto. Para pais que já possui alfabetização é simples, ler livros para as crianças, pequenos textos, placa ou até mesmo rótulos de produtos pode fortalecer esse processo. Já pais que são analfabetos podem utilizar da interpretação das figuras para formar histórias juntos com seus filhos,ou até mesmo estimular a eles a fazer pequenas leituras demostrando a importância de ler.
Ter jornais, livros ou qualquer outro material escrito também auxiliar no desenvolver da leitura, pois ao manusear as crianças percebem tanto as figuras, quanto as letras.Mesmo uma criança que ainda não conhece as letras, quando abrem um livro contam suas próprias histórias baseada nas figuras que ali estão.
Quanto mais os pais mostram que ler é importante mais seus filhos criam gosto pela leitura!
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)





