segunda-feira, 11 de março de 2013

Continuação

 A língua portuguesa nos currículos de final de século                                                                                                                                                                  * Concepção de Língua e Gramatica
Entre os pontos abordados nesse tópico vemos que o currículo é estruturado de maneira que não atendem igualmente os âmbitos da gramática e da língua  quase sempre são realizadas propostas que tendem a seder pelo o uso da gramatica tradicional, sem considerar a língua propriamente dita (Retornando ao assunto da importância que a gramatica conquistou durante toda historia da Língua Portuguesa).
Apesar das propostas dos organizadores dos currículos que utilizam de uma proposta curricular baseada em concepções que apresentam uma visão sócio-histórica da linguagem, vemos ainda uma pratica tradicional das organizações dos conteúdos. Mesmo diante desse dilema, percebe-se avanços no processo de ensino-aprendizagem que rompem um pouco a prática tradicional dando importância para a leitura e a produção de texto e não mais a repetição de conteúdos gramaticais.
Considerando o ensino da língua gramática é importante se pensar em um currículo que não faça o uso da gramática como um conjunto de normas; nem fazer comparações entre língua materna e norma culta; nem fazer uma pratica separada desses termos. O uso da gramática vem assumir um papel de auxiliador no desenvolvimento da linguagem materna, como já foi estudado.
* A escrita na escola: ler e escrever pra que?
Durante toda historia da disciplina de língua portuguesa o uso da norma culta sempre esteve presente, nesse sentido a autora traz definição da proposta curricular para o ensino de língua portuguesa que e levar o aluno a dominar a norma padrão, principalmente em sua modalidade escrita.
A escola diante das propostas curriculares vem a ser orientadora do processo de assimilação da norma culta, considerando a linguagem que o aluno ja adquiriu.  Muitas vezes é através dela que o aluno vai assumir o gosto por ler e escrever, podendo também ter uma visão critica de mundo.
Os trabalhos realizados em sala de aula devem promover a relação direta entre os alunos e a linguagem de diferentes textos, com o objetivo de possibilitar uma aprendizagem prazerosa.                                          *Variação linguística e relação língua oral/língua escrita                                                                                           Considerar as variações linguísticas devem fazer parte do ensino da língua portuguesa, pois essa é uma característica básica da fala (aprendizado) dendo cada estado seus aspectos peculiares. Ao trabalhar em sala o professor deve articular as atividades de modo a levar seus alunos a refletir sobre o assunto.                                  *  A avaliação: Um final lacônico                                                                                                                                Pensando no conceito de avaliação nos currículos a autora percebe que esse não faz uma abordagem direta e específica sobre esse tema, também não sugere um modelo a ser seguido. Nos currículos analisados por ela ambos apresentam da forma já citada.                                                                  

A Língua Portuguesa nos Currículos de Final do Século

Marildes Marinho                                                                                                                                        A língua portuguesa nos currículos de final de século
        O texto de Marinho traz a proposta de repensar o trabalho de Língua Portuguesa a partir do currículo  considerando eixos para esse estudo. Entre os objetivos estar avaliar a construção do currículo para essa disciplina.
* Condições de leitura de um texto curricular: Uma perspectiva de analise.
        Aqui a autora busca identificar as condições que levam a produzir uma proposta curricular. Partindo para uma analise dos fatores internos e externos que constitui esse processo e pensando na forma que se e escrito esse tipo de documento.
* Resumindo uma Longa Historia das disciplina de Língua Portuguesa.
        A autora faz um trajeto sobre a historia da disciplina trazendo questões sobre o livro didático  o perfil do professor e do aluno em diferentes épocas  Em relação ao livro didático e relembrado que durante muito tempo foi utilizado como guia das atividades pedagógicas do professor de Português.
Outro ponto importante e a definição dos conteúdos dessa disciplina, tendo a disputa entre os assuntos de linguagem oral e escrita. Nesse processo percebe-se que a gramatica ganhou um grande espaço historicamente, mesmo apos da lei 5692/71 ela não perdeu se posto como conteúdo básico da disciplina de Língua Portuguesa.
        A busca por um currículo contemporâneo surge ainda na década de 70, com o Construtivismo e outras teorias. Pensando na construção do currículo percebe-se que não são feitas referencias quanto aos seus organizadores e os conteúdos a serem focalizados dependem de um longo estudo.
* Da forma de organização às estratégias de leitura.                                                                                                                                            Ao avaliar os currículos de diferentes estados a autora percebeu que a organização desses levam propostas diferenciadas da forma que é sugeridas as suas leituras, principalmente em relação a organização do índice. Tal proposta é utilizada para enfatizar determinados assuntos que cada estado ou região considera importante.                                                                                                                                                               Entre as observações feitas é considerado os pressupostos teóricos de cada documento, verificando os tipos de leituras sugeridas por cada um, destaca-se como característica comum as pequenas quantidades de página e a pouca abordagem dos conteúdos básicos para cada disciplina.                                                                                                                                                    

domingo, 10 de março de 2013

 


 

Sequência didática. Tema: Sustentabilidade.

Formação do grupo: Lorena Rodrigues, Marina Briata, Maria Alice Bral, Stefany Matos, Samantha Carvalho e Patrícia Pinho.



Disciplina: Língua Portuguesa.

Tema central: Sustentabilidade e Meio Ambiente.

Objetivo Geral: Desenvolver o conceito e os benefícios do tema central com os alunos, para que assim possam colaborar para um mundo mais sustentável, pois ações feitas hoje podem ter conseqüências futuras.

¢ Turma: 3º ano.

¢ Faixa etária: 07 aos 09 anos.
Primeiro dia:
Tema da aula: O que é Sustentabilidade?

Tema transversal: Português e ciências.

Gênero: Artigo de opinião.

Eixo: Práticas de reflexão sobre o uso da língua, oralidade e práticas de leitura.

Objetivo da aula
  • Desenvolver o conceito sobre o tema trabalhado, dar o primeiro passo para que os alunos se tornem "ecologicamente alfabetizados", trabalhando com pequenos textos para que desenvolvam também a oralidade e a escrita.


  • Procedimento metodológico:
  • 1º momento: Fazer uma roda com os alunos para que possa apresentar o tema.
  • 2º momento: Distribuir um pequeno texto com o conceito do tema, e pedir para cada aluno ler um trecho.
  • 3º momento: Explicar o tema para os alunos e entregar uma folha para cada um, para que escrevam em cinco linhas o que é sustentabilidade, depois de pronto eles trocarão os trabalhos e cada um irá ler o que o colega de turma escreveu.
  • 4º momento: Pedir para que realizem uma pequena pesquisa em casa sobre o tempo de decomposição dos objetos.


  • Avaliação:Observação de como o aluno desenvolveu as atividades em sala, como a leitura do texto e a produção de texto.

    Segundo dia:

    Tema da aula: O caminho do lixo.

    Tema transversal: Natureza e Sociedade.

    Gênero: Redação.

    Eixo: Práticas de produção textual; Oralidade.

    Objetivo da aula:
  • Discutir a idéia de preservação do meio ambiente;
  • Conhecer o processo da coleta e o destino do lixo escolar;
  • Identificar quem produz e quem cuida do lixo escolar.


  • Procedimento metodológico:
  • 1º momento:Iniciar uma discussão com a turma sobre os problemas ambientais da atualidade, usando como recurso imagens (figuras). Procure figuras que representem: aquecimento global, enchentes, rios poluídos, trânsito, lixo na comunidade e lixo na escola e cole em uma cartolina. Mostre as imagens e questione às crianças: o que está acontecendo? Que local é este? Por que será que estes fenômenos estão acontecendo no ambiente? Como as pessoas interferem no ambiente? Valorize as respostas dos alunos e os ajudem a ampliar suas percepções sobre o ambiente, além da própria ampliação da linguagem oral.
  • 2º momento: Selecionar uma figura que representa o lixo escolar e colocar as crianças para observar e falar em voz alta do que se trata. Em seguida faça as seguintes perguntas, onde o lixo da sua escola fica localizado? Quem produz este lixo? Quem são as pessoas responsáveis pela coleta do lixo na escola? Na etapa seguinte, você mostra algumas imagens e solicita que as crianças eliminem aquela que demonstra uma atitude errada na coleta do lixo. Assim, faça uma discussão sobre as atitudes que as pessoas devem ter com a coleta e em seguida coordene a produção de um texto coletivo, refletindo a idéia do grupo sobre a coleta do lixo escolar.


  • Avaliação:
    Participação do aluno na roda de conversa; a compreensão do processo da coleta do lixo escolar; os questionamentos que foram realizados.

    Terceiro dia:
    Tema da aula: Reaproveitando os alimentos.

    Tema transversal: Português, Ciências e Matemática.

    Gênero: Receita.

    Eixo: Oralidade, práticas de reflexão sobre o uso da escrita e práticas de leitura.

    Objetivo da aula:
  • Mostrar que a sustentabilidade está em vários assuntos, inclusive nos alimentos.
  • Conscientizar as crianças de que não podemos desperdiçar alimentos;
  • Estimular as crianças a reduzirem o desperdício de alimentos tanto em casa quanto na escola;
  • Mobilizar as famílias junto com a escola contra o desperdício de alimentos a partir da conscientização dos alunos, assim eles poderiam contar aos pais a importância do assunto e mostraria o que aprendeu nessa aula.
  • Estimular nas crianças a importância do aproveitamento integral dos alimentos, por intermédio da elaboração de receitas que utilizem cascas, talos e folhas dos alimentos, dentre outras partes que, geralmente, são dispensadas no lixo;


  • Procedimento metodológico:
  • 1º momento: Começar uma conversa sobre o que é feito com os alimentos que sobram em suas casas. Explicação sobre o assunto.
  • 2º momento: mostrar receitas feitas com ingredientes reaproveitáveis e junto mostrar a estrutura de uma receita e mostrar suas características introduzindo previamente o conceito das medidas em uma receita.
  • 3 º momento: Se a escola tiver espaço físico e propício, o professor junto com a turma poderá fazer uma receita ou simplesmente levá-la pronta para que eles possam degustar.


  • Avaliação:Observação no entendimento do aluno a esse gênero textual,percepção de estrutura,cronologia da receita e a questão da quantidade.

    Material utilizado:



    Receita

    Bolo de casca de banana

    Ingredientes:

     
    Massa:

    4 unidades de casca de banana

    2 unidades ovo

    2 xícaras (chá) de leite

    2 colheres (sopa) de margarina

    3 xícaras (chá) de açúcar

    3 xícaras (chá) de farinha de rosca

    1 colher (sopa) de fermento em pó


    Cobertura:

    ½ xícara (chá) de açúcar

    1½ xícara (chá) de água

    4 unidades de banana

    ½ unidade de limão

    Modo de preparo:


    Lave as bananas e descasque. Separe as cascas para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Por ultimo, misture delicadamente às claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e enfarinhada. Leve ao forno medo preaquecido por aproximadamente 40 minutos. Para a cobertura, queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.

    Quarto dia:

    Tema da aula: Cuidando da natureza.

    Tema transversal: Português e Ciências.

    Gênero: Poético.

    Eixo: Produção Textual

    Objetivo da aula:
  • Promover a aproximação do texto poético.
  • Estimular a prática de leitura de poemas.


  • Procedimento metodológico:
  • 1° momento: Fazer uma roda de conversa sobre os assuntos estudados nos dias anteriores. O professor fará questões sobre sustentabilidade para verificar o conhecimento adquirido dos alunos.
  • 2° momento: apresentação de cartazes de distribuição do texto. O professor ira expor um cartaz com o poema em letras maiúsculas e distribuirá o texto para os aluno lerem primeiramente em voz baixa. O tempo para a leitura é fundamental para que as crianças se familiarizem com o poema. Posteriormente será feita a leitura coletiva do cartaz e os alunos serão motivados a apresentarem as opiniões sobre o poema.
  • 3° momento: Trabalho em grupo/produção de poemas. Feito a leitura do texto, a turma será dividida em grupos para produzirem pequenos poemas sobre a poluição e sustentabilidade. Todo o processo deve ser acompanhado e auxiliado pelo professor. Depois de produzido todos os poemas, os alunos irão apresentá-los para a turma.


  • Avaliação: Observar se houve um entendimento da estrutura do poema, se a coletividade foi bem trabalhada e se houve uma compreensão do tema abordado.

    Poema a ser trabalhado:



    Cuidando da natureza

    (Leila Maria Grillo)

    Vamos cuidar

    Da mãe Natureza

    Preservando a vida

    Do nosso Planeta.

    Não desperdicem água

    Para não faltar

    Separe todo lixo

    Para reciclar.

    Não destruam as matas

    Árvores e flores

    Que enfeitam o mundo

    Com as suas cores.

    Não poluam o ar

    Isso não é legal

    Na certa vai causar

    O aquecimento global.

    Vamos trabalhar

    Nessa tarefa urgente

    Para preservar

    O nosso meio ambiente.

    Quinto dia:
    Objetivo da aula:
  • Proporcionar momentos de reflexão sobre a necessidade de mudanças de postura em relação ao meio ambiente a partir de dinâmicas interativas;
  • Mostrar que reciclando conseguimos materiais divertidos e úteis;
  • Ensinar a sustentabilidade como modo de vida;
  • Melhorar o presente, visando outras gerações;
  • Trabalhar a interação social, a oralidade, a leitura e a escrita.


  • Procedimento metodológico:
    1º Momento: Iniciar com uma roda de conversa, mostrando o que é reciclagem e algumas de suas vertentes, explicar sobre os benefícios de usar a sustentabilidade no seu cotidiano. Mostrar os materiais (brinquedos) que serão confeccionados no decorrer do dia e com que serão feitos.
    2º Momento: Pedir que eles façam grupos e cada grupo escreva um bilhete onde falarão o que esperam que tenha melhorado no meio em que vivem, para que as gerações futuras usufruam de um Mundo melhor. Ao fim da escrita, um representante de cada grupo lerá o bilhete feito por eles.
    3º Momento: Confecção de cartazes que ilustrem o que foi absorvido na Semana da Sustentabilidade. Cartazes estes que servirão de "ornamentação" para a escola a fim de orientar e informar sobre os temas tratados.
    4º Momento: Criação de objetos com sucatas "pet". Dentre eles estão o bilboquê, megafone, flor e até mesmo um potinho "porta-treco".

    Avaliação:Observar a capacidade de entendimento do tema tratado, escrita, oralidade, criatividade, coordenação psicomotora e a coletiva.





    Análise do Livro didático - Projeto Buriti 3°ano

     

    Para a análise do livro, decidimos absorva-lo a partir dos eixos descritos pelo PCN de Língua Portuguesa.
    Produzimos um slide para a apresentação
     
     

    sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

    Gênero Textual e Tipologia Textual

    Sílvio Ribeiro da Silva
                  O autor aborda, logo no início do texto a importância de saber diferenciar gêneros textuais de tipologias textuais. Para ele,  todas as atividades de língua portuguesa tem que visar o desenvolvimento do aluno diante do que este já adquiriu  em convívio com a família.                           A discussão aqui é como se deve trabalhar em sala de aula a língua portuguesa, pois isso é apresentado, neste duas  visões sobre a realização desses trabalhos em sala, de um lado Luíz Antônio Marcushi que defende o trabalho com texto baseado nos gêneros textuais;de outro tem Luíz Carlos Travaglia defende o trabalho com a tipologia textual. 
              Para Marcushi:
    * Tipologia Textual é usado para designar uma espécie de sequência teoricamente definida pela natureza linguística de sua composição 
    * Gênero Textual é definido pelo autor como uma noção vaga para os textos materializados encontrados no dia a dia e que apresentam características sócio-comunicativas definidas pelos conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica.      
     Para Travaglia:
    * Tipologia Textual  é como aquilo que pode instaurar um modo de interação, uma maneira de interlocução, segundo perspectivas que podem variar.
    * Gênero Textual se caracteriza por exercer uma função social específica, sendo usado em determinados momentos da interação.       Finalizando o autor aponta, entre outras questões, que o professor ao selecionar um texto a ser trabalhando nem sempre leva em consideração essa discussão, principalmente por que não se há textos expecíficos para trabalhar ambos assuntos.
    A atividade com a língua, assim, favoreceria o exercício da interação humana, da participação social dentro de uma sociedade letrada.
                
    Tipo textual é a forma como um texto se apresenta. As únicas tipologias existentes são: narração, descrição, dissertação ou exposição, informação e injunção. Não há outros tipos de texto senão os citados acima. Ao contrário do que se imagina, existem apenas 5 tipos textuais. Diálogo, relato, entrevista, explicação, entre outros, são gêneros textuais.
    Poesia e Prosa são formas literárias ou formas textuais.

    Oficinas de incentivo à leitura

    Como o assunto é a aprendizagem da leitura e da escrita nos primeiros anos do ensino fundamental, trago nesse artigo um vídeo da revista Nova Escola mostrando um projeto realizado pela

    Fundação Victor Civita e pela Energias do Brasil. 

    O interessante deste vídeo é a relação do projeto com a comunidade afim de promover a construção da aprendizagem de forma coletiva. O contexto aqui é a base de tudo, criando assim um ambiente favorável e acessivo ao desenvolvimento de todos.

    quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

    A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental.

    Patrícia Corsino
    Aprender é reconhecer as diversas interpretações de mundo. É refletir as diversas
     formas de conhecimento

            A principal abordagem do texto é as diferentes áreas do conhecimento, destacando o relato de uma professora que usou de uma ação de um dos seus alunos para criar um projeto de ciências. Nesse relato, a autora aponta para a importância de ouvir os alunos e a flexibilidade do planejamento da aula.
            Para uma aprendizagem significativa é necessário tempo para realizar as atividades, considerando as habilidades e conhecimentos prévios desses alunos. O importante é quebrar a barreira entre o professor "dono do saber" e o aluno "nada sabe".
           O currículo flexível, abordado no texto, favorece a aprendizagem e nós como professores temos que está preparados para o imprevisível, pois talvez seja a oportunidade de trabalhar novos temas dentro das disciplinas que estão sendo estudadas.
           A aprendizagem tem que se construída em sala, o professor é o mediador desse processo e deve acompanhar o desenvolvimentos de seus alunos, de modo que seja útil a sua vida social.

    Proposta Pedagógica- Consciência Fonológica




    Alfabetização e letramento


     O ensino e a aprendizagem da linguagem escrita em classe do primeiro ano do ensino fundamental
    Sara Mourão Monteiro e Mônica Correia Baptista
    Ainda refletindo sobre o tema alfabetização e letramento damos continuidade a essa temática com o tema acima apresentado. Em seguida veremos um slide sobre as ideias e as concepções apresentadas no texto.
    Trabalho realizado por Stefany Silva Matos e Isabella Monteiro.







    terça-feira, 27 de novembro de 2012

    Prospostas Didáticas para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental

    MACIEL, Débora Amorim Gomes da Costa


    .O texto faz uma analise as estratégicas didáticas adotadas pelos livros para tratar as relações fala-escrita, considerando a escassez de pesquisa que investigam tal eixo de análise direcionado para as séries iniciais.  Neste texto são apresentados logo no início os materiais usados para crias as propostas didáticas, desde sua organização à pesquisa.
    Para a realização desta, a autora usou de duas coleções Português para a Proposta para o Letramento (C1) e Vitória- Régia- Língua Portuguesa(C2), com o objetivo de evidenciar a necessidade de se trabalhar a dimensão textual. Ambas as coleções foram indicadas pelo Programa Nacional do Livro Didático, estes por sua vez apresentavam objetos de estudos diferentes; o C1 apresentava relação fala-escrita na dimensão do contínuo tipológico dos gêneros textuais,e a C2 faz uma reflexão da língua falada do ponto de vista do que se espera de uma escrita padrão.
    No entender de Maciel, as crianças mesmo nos anos iniciais realizam reflexões da língua e as suas diferenças, mesmo assim há ainda dificuldade na fala dessas nos primeiros anos, que a escola deve está atenta, pois se percebido logo mais rápido será solucionado.Ainda nesse contexto, as escolas devem sempre promover atividades diferenciadas para auxiliar no desenvolvimento e nas dificuldades de seus alunos.


    TAELP2

    Dando continuidade a disciplina de Tendências Atuais do Ensino de Língua Portuguesa, estaremos entrando na segunda etapa para aprimorar nossos conhecimentos sobre esta. Acompanhe comigo e com a minha turma nossas atividades!
    Relembrando um pouquinho:
            Para quem não me conhece meu nome é Stefany, tenho 20 anos e sou estudante do 6º período de Pedagogia. Como estamos estudando um pouco do universo de aprendizagem de leitura e de escrita das crianças, quero deixar um pouco da minha vivência quanto criança e como foi o meu processo de desenvolvimento.
              Aprendi a ler e a escrever muito cedo, não cursei a educação infantil, na época eu deveria ter entre 4 a 5 anos e minha mãe era estudante do curso de formação de professores, então de certa forma isso influenciou na minha aprendizagem precoce. Meus pais dizem que desde pequena tinha o hábito de contar história, tanto para eles quanto para meu irmão e meus primos, o que fez com que desenvolvesse o gosto por ler.
                 Entrei na escola no atual primeiro ano (que era o C.A na época) com 5 anos, desde já os professores perceberam a minha facilidade de aprender e me motivavam a continuar. Com mais ou menos 7 anos escrevi um pequeno conto, minha letra era horrível, mas mesmo com isso e os erros básicos de ortografia meus pais achavam que eram ótimo.
               Lembro-me de sempre que ia viajar ficava lendo as placas que estavam na estrada, até hoje tenho esse hábito.  Lembro também do primeiro livro que eu li aos 6 anos, se chamava Angelica que contava a história de animais que eram diferentes mas eram amigos. Depois disso acho que li muitos livros e até hoje gosto de ler notícias, livros, etc.
             Como deu pra perceber, meu gosto por escrever e ler foi estimulado desde cedo e isso auxiliou bastante nas minhas habilidades atuais!

    domingo, 7 de outubro de 2012

    Última Postagem da Disciplina

    Enfim chegamos ao final do período, e mesmo com toda as dificuldades de um curso, concluímos com exito todas as atividades propostas.
    A proposta de portfólio eletrônico de inicio parecia um desafio, mas durante todas as atividades percebi como é fácil e divertido guardar nossas experiências de modo que todos possam ter acesso. Gostei de todo o decorre da disciplina e dos conhecimentos adquiridos por meio desta.
    Lembremos que o ensino da leitura e da escrita é muito importante, e espero que minhas postagens possam ter ampliado sua visão de ensino.
    Venho por fim me despedir, sentindo um gostinho de quero mais... Então até a próxima!

    O uso de novas tecnologias para a melhoria da leitura e escrita.

    Grupo 4

    Para finalizar a nossa série de seminários apresentado nesta disciplina, chegamos ao último grupo, cujo o tema aborda o uso das tecnologias no ensino da leitura e da escrita.
    Passando pelos vários contextos do mundo globalizado vemos que as crianças atualmente tem grande facilidade de desenvolver atividades ou simplesmente executa as várias tecnologias. Então o objetivo principal não é somente inserir as tecnologias (aqui no caso o computador) em sala de aula, mas sim sabe usá-las afim de auxiliar na aprendizagem, usando das diversas ferramentas da internet para ampliar os conhecimentos dos alunos.
    O grupo abordou o uso da internet de maneira ponderada pelas escolas particulares, que fazem uso de bloqueio de algumas páginas  para que seus alunos não tenham acesso a informações inapropriadas para a idade.
    Enfim, as escolas e os professores devem está abertos as mudanças do mundo globalizado afim de acompanhar e auxiliar o desenvolvimento dos alunos.

    domingo, 30 de setembro de 2012

    Mídia Escrita e Letramento: Jornais e Revistas na sala de aula

    Grupo 3
    Em nossa última aula, tivemos as apresentações dos grupos 3 e 4, finalizando nosso programa de seminários.  O grupo 3, cujo o tema é o título desta postagem, venho apresentar como utilizar de jornais e revistas na escola como forma de ensino-aprendizagem.
    Passando por várias dimensões da aprendizagem escolar, o grupo enfatizou o perfil docente em sua prática sendo: facilitador, integrador e mediador, discutindo todos de forma clara.
    A visão apresentada pelo autor e pelo grupo é de uma aprendizagem de leitura e de escrita dentro de um contexto, pois se um aluno tem leitura de mundo será mais fácil de entender e assimilar as palavras dentro de uma frase ou um texto.

    sábado, 9 de junho de 2012

    Das aprendizagens e das metodologias de ensino...Dilemas da gestão escolar.(Amélia Escotto do Amaral Ribeiro)

    Grupo 2
    A dimensão significativa da aprendizagem
    Coll aponta 3 aspectos com vista a explicitação conceitual:
    a           -Aprendizagem escolar e a construção do significado- o aluno aprende um conteúdo quando é capaz de atribuir-lhe significado.
    b      -Significado e sentido na aprendizagem escolar- as percepções dos alunos não coincidem necessariamente com a dos professores.  Há todo um conjunto de fatores que desempenham importante papel na mobilização de conhecimentos prévios. A motivação do aluno resulta de uma série de processos, sem ter uma explicação satisfatória.
    c                -Ensinar, aprender, construir e compartilhar- o significado que o aluno constrói resultam dele próprio, dos conteúdos de aprendizagem e do professor. O professor é importante como orientador da ação didático-pedagógico de acordo com o projeto administrativo-pedagógico da escola.
    No contexto de qualidade/quantidade alguns pontos merecem destaque:
    ·         *A finalidade educativa pretendida com a realização de tarefas- uma tarefa desarticulada do contexto desencadeador de processos mentais está fadada ao fracasso, pois se constituem para o aluno como “ações” fragmentadas.
    ·       *  O tempo das atividades/tarefas- delimitar o tempo das atividades é essencial a um planejamento cuja a intenção seja a construção do conhecimento.
    ·         *Estratégias de planejamento, proposição e organização das tarefas- é função do professor, oferecer, paulatinamente aos alunos os esquemas de assimilação necessários à realização da tarefa. Os materiais didáticos por si só não orientam a realização da tarefa.

    Interação, alfabetização e letramento: uma proposta de/para alafabtizaçãot, letrando. (Sérgio Roberto Costa)

    Grupo 1
    O texto aborda a relação entre letramento e alfabetização, passando por vários momentos na educação brasileira, questionando e relacionado as diversas formas de ensino da leitura e da escrita. Enfatiza também a importância do incentivo a leitura, em diferentes momentos, desde casa.
    Na apresentação do grupo foi colocado em questão a taxa de analfabetismo no Brasil, que é foco nas escolas de alfabetização. O grupo comentou que a maior preocupação atual é diminuir o analfabetismo no país, não se preocupando no entanto no resultado da aprendizagem da leitura e da escrita.
    O grupo apresentou de forma clara o texto, sitando exemplos do cotidiano escolar.

    terça-feira, 29 de maio de 2012

    Alfabetização X Letramento

    Há sempre uma dificuldade em definir os termos LETRAMENTO e ALFABETIZAÇÃO, seja nas classes de formação de professores, nos cursos de pedagogia ou até mesmo em pequenos debates no dia-dia de um professor. A ideia aqui é identificar os termo citado e entender se são completamente distintos ou se há uma conexão no seu desenvolver.
    *O que seria LETRAMENTO?
    É a utilização da fala no processo de aprendizagem da leitura escrita,sendo um processo que depende de estímulos e dá vivência com materiais escritos.  Quase sempre se dá pela mediação de um adulto, seja ele pais ou professores, que vão apresentar as palavras escritas através de livros, pequenos textos, etc.
    *E o que seria ALFABETIZAÇÃO?
    É a descoberta do código escrito, cada letra, sílaba, palavra, até chegar ao texto. Durante muito tempo era desenvolvido através da memorização e da repetição acreditando que isso facilitasse a aprendizagem do aluno, que muitas vezes não entendiam os significado.
    Hoje em dia muitos profissionais acreditam em desenvolver um trabalho pautado nos dois âmbitos, no primeiro momento o letramento, até a alfabetização. Enfim os contextos não são totalmente distintos, podendo ser unidos a fim de um único objetivo... a aprendizagem.

    Evento na FEBF com a E.M Barro Branco


    A FEBF realizou nos dias 11,12 e 13 de abril o IX ciclo de debates, tendo como o tema desse ano a Formação de comunidades leitoras na periferia, em parceria com a Escola Municipal Barro Branco. Objetivo deste trabalho é desenvolver ações de incentivo a leitura dentro da comunidade que a escola se insere.

    A reflexão sobre as políticas públicas de incentivo a leitura deu base ao projeto, que além de realizar um trabalho com os alunos da escola, envolve toda a comunidade escolar. Alguns exemplos desse projeto foram levados a FEBF afim de representar o ocorrido no processo.
    Como infelizmente não participei da palestra, indico mais informações no blogs de colegas que participaram e ilustraram algumas situações do evento. Fica a dica! Visite:

    quinta-feira, 17 de maio de 2012

    Leitura desde o berçário



    Nesse vídeo Rosângela Maria de Oliveira, da IMI, em São José dos Campos, conta como incentivar a leitura nas creches desde o berçário. Dá dicas também para os pais fazerem o incetivo em casa também.
    Essa entrevista da Nova Escola é bem esclarecedora, pois há muitas duvidas em como incentivar a leitura, e aqui a coordenadora pedagógica dá algumas opiniões sobre o assunto.
    Em contexto com as ultimas postagens, o incentivo a leitura pode e deve ser feito desde cedo.  

    Como os pais podem incentivar a leitura?

    A leitura pode ser incentivada pela família a todo momento, podendo ser utilizadas situações simples para auxiliar no interesse por um texto.  Para pais que já possui alfabetização é simples, ler livros para as crianças, pequenos textos, placa ou até mesmo rótulos de produtos pode fortalecer esse processo. Já pais que são analfabetos podem utilizar da interpretação das figuras para formar histórias juntos com seus filhos,ou até mesmo estimular a eles a fazer pequenas leituras demostrando a importância de ler.
    Ter jornais, livros ou qualquer outro material escrito também auxiliar no desenvolver da leitura, pois ao manusear as crianças percebem tanto as figuras, quanto as letras.Mesmo uma criança que ainda não conhece as letras, quando abrem um livro contam suas próprias histórias baseada nas figuras que ali estão.
    Quanto mais os pais mostram que ler é importante mais seus filhos criam gosto pela leitura!